domingo, 21 de dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
A diferença..............

" Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos um beijo na boca...
E nem corpos encontrarem-se na maciez de uma cama...
Há certas horas que só queremos uma mão no ombro,
o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...
Há certas horas, quando sentimos que estamos para chorar,
que desejamos uma presença amiga,
a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a fazer-nos sorrir...
Alguém que ria das nossas piadas sem graça...
Que ache as nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis,
nos seja de uma sinceridade inquestionável...
Que nos mande calar ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:
Acho que estás errado, mas estou do teu lado...
Ou alguém que apenas diga:
Sou o teu Amor!
E estou Aqui! "
William Shakespeare
( *"Roubado" do blog da NI)
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Desafio da Lady Aran
DEPOIS OLHAR A DO LADO
Pedro Abrunhosa ; Sinatra; Caetano Veloso; Alcione; Joge Palma; Rui Veloso; muitos e tantos.
3º Responder às seguintes 10 questões utilizando nomes de músicas do artista e/ou banda
"Frágil"
" Estranha Loucura"
"Secret Love"
"You Are The Sunshine Of My Life"
"Quiet Nights of Quiet Stars "
"Estranha Loucura"
"Return To Me"
"Encosta-te a mim"
"Jura"
Não há frases sábias só sábios .
I'm in love with a married woman
We sit alone in the darkest corner
Waitress comes and takes our order
And she looks at us, so suspiciously
It's plain to see that we're lovers
Tryin' to be alone with each other
It's so hard for us to break free
She whispers softly, I love you
This ain't your average rendezvous.
'Cause I'm in love with a married woman
I don't care, I don't care who knows it
I'm in love with a married woman
On her left hand there's a wedding band
That she wears faithfully
And I thank God she's married to me.
No cheap hotel where we'll check-in
No other lives, we'll be wreckin'
With alibis to hide a cheaters kiss
'Cause if there's lipstick on my collar
You can bet your bottom dollar
It's the color she wears on nights like this
Every Friday here at five
I try to keep the fire alive.
'Cause I'm in love with a married woman
I don't care, I don't care who knows it
'Cause I'm in love with a married woman
On her left hand there's a wedding band
That she wears faithfully
And I thank God, I thank God
I thank God, she's married to me...
sábado, 8 de novembro de 2008

sábado, 25 de outubro de 2008
Poema
Prémio dardos

“Com o Prémio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web. Quem recebe o “Prêmio Dardos” e o aceita deve seguir algumas regras:
1. - Exibir a distinta imagem;
2. - Linkar o blog pelo qual recebeu o prémio;
3. - Escolher quinze (15) outros blogs a que entregar o Prémio Dardos.
Escolho então os seguintes:
Escolho apenas 7 que é um número que me dá sorte.
Beijos pelo prémio
sábado, 18 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008

quarta-feira, 24 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008

Escuta, escuta:
tenho ainda uma coisa a dizer.
Não é importante, eu sei,
não vai salvar o mundo,
não mudará a vida de ninguém
- mas quem é hoje capaz de salvar o mundo
ou apenas mudar o sentido da vida de alguém?
Escuta-me, não te demoro.
É coisa pouca, como a chuvinha que vem vindo devagar.
São três, quatro palavras, pouco mais.
Palavras que te quero confiar,
para que não se extinga o seu lume,
o seu lume breve.
Palavras que muito amei,
que talvez ame ainda.
Elas são a casa, o sal da língua.
Eugénio de Andrade
(1923-2005)
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Vou descansar este coração
Desculpem mas deu-me para comprar uma colectânea do Júlio. É que, continuo apaixonado.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Desafio da Cleopatra

Escrever, escrever-te neste momento em que tudo o que eu quero é afastar-me de ti, é das coisas mais dolorosas que me podem pedir para fazer.
Mas, talvez sirva de análise, de encontro de razões ou seja uma forma de exorcizar o que sinto e de ignorar o que está morto mim.
Como escrever-te uma carta de desamor se eu te amo? Como escrever-te uma carta de desamor se eu sei que nunca houve desamor entre nós.
Se tu foste, se tu és aquela que eu quero esquecer.
Pois não é verdade que se te quero esquecer é porque mais te lembro? Não é verdade que quando esquecemos nem sequer nos damos ao trabalho de o querer?
Como esquecer a mulher que comprava a mais linda lingerie para se deitar ao meu lado, que usava o perfume que mais me fazia sentir o aroma dela? Como esquecer a mulher com quem aprendi a fazer amor, a mulher que só de me tocar me fazia sentir o desconhecido?
Como esquecer esse teu olhar tão profundo que me deixava louco, perturbado, à beira de um ataque de nervos?
Muitos olhares farão isso também, mas o teu era único?
Com esquecer a seda que sempre te cobre as pernas e a maciez da tua pele que tem um brilho único, tão doce?
Com esquecer-te meu amor de olhos profundos?
A tua doçura, a tua autenticidade, o que sempre quis só para mim. O que egoísticamente quis só meu e não percebi que podia ser só meu e, não percebi que a tua alma era minha
Se há desamor amor, é da minha parte , que tu , nunca deixaste de me amar como eu nunca deixei de te querer.
O que me doi é a nossa impossibilidade, a nossa distancia, os nossos obstáculos, as nossas limitações que tu querias transformar em nada
E eu fui cruel e eu fui cego e eu fui autista.
Agora penso o quanto te terei feito sofrer, a ti que arriscavas, que nem tinhas medo de arriscar, que me querias contigo,...Lembro o teu rosto encostado no meu pescoço e a sensualidade e o prazer, a lentidão com que inalavas o meu cheiro.
E lembro o calor da tua pele na minha, a tua mão ao de leve no meu rosto e tantas tantas coisas que nunca passarão.
Onde fui que tudo se desmoronou?
Talvez tenha sido quando descobri que te amava de verdade e que na verdade não podia amar sem ti.
Talvez tenha sido no momento em que senti que eras a única mulher que amava e que de tanto amar já não podia amar-te mais, já não tinha capacidade para te dar o amor que mereces, a felicidade que mereces porque algo está morto em mim e não é o amor.
Embora digas que nada disso interessa, ofendes-me quando dizes que te bastas com a presença deste homem que sou eu. Este homem que quase não respira sem ti.
Quis esquecer-te.Sabes o que é procurar alguém que nos ocupe o espirito e sentir que é tudo tão vazio, sem sobressalto, sem calor, sem medos porque esse alguém não és tu?
Sabes o que é imaginar-te ao meu lado e ser apenas a tua lembrança que ali está?
Sabes o que é esconder as tuas cartas, apagar os sms, esconder-me de ti, de mim, de nós?
Sabes o que é ignorar a realidade?
Sabes o que é amar e pensar que nunca serás só minha?
Sabes o que é deixar tudo por ti e ficar sózinho até contigo, porque estou morto?
Sabes o que é ter apenas para te dar este homem morto que sou eu e tu teimas em amar?
Lê como desamor este amor que fez de nós dois, em vez de um.
Estou morto meu amor.
Estou morto.
-
PTM
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Canção grata
Por tudo o que me deste
inquietação cuidado
um pouco de ternura
é certo mas tão pouco
Noites de insónia
Pelas ruas como louco
Obrigado, obrigado
Por aquela tão doce
e tão breve ilusão
Embora nunca mais
Depois de que a vi desfeita
Eu volte a ser quem fui
Sem ironia aceita
A minha gratidão
Que bem que me faz agora
o mal que me fizeste
Mais forte e mais sereno
E livre e descuidado
Sem ironia amor obrigado
Obrigado por tudo o que me deste
Por aquela tão doce
e tão breve ilusão
Embora nunca mais
Depois de que a vi desfeita
Eu volte a ser quem fui
Sem ironia aceita
A minha gratidão
Florbela Espanca
terça-feira, 8 de julho de 2008
MORRO POR TI

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Não me concebo amando, nem dizendo
A alguém "eu te amo" — sem que me conceba
Com uma outra alma que não é a minha
Toda a expansão e transfusão de vida
Me horroriza, como a avaro a idéia
De gastar e gastar inutilmente —
Inda que no gastar se [extraia] gozo.
XV
Quando se adoram, vividos,
Dois seres juvenis e naturais
Parece que harmonias se derramam
Como perfumes pela terra em flor.
Mas eu, ao conceber-me amando, sinto
Como que um gargalhar hórrido e fundo
Da existência em mim, como ridículo
E desusado no que é natural.
Nunca, senão pensando no amor,
Me sinto tão longínquo e deslocado,
Tão cheio de ódios contra o meu destino. —
De raivas contra a essência do viver.
XVI
Vendo passar amantes
Nem propriamente inveja ou ódio sinto,
Mas um rancor e uma aversão imensos
Ao universo inteiro, por cobri-los.
XVII
O amor causa-me horror; é abandono,
Intimidade...
... Não sei ser inconsciente
E tenho para tudo [...]
A consciência, o pensamento aberto
Tornando-o impossível.
E eu tenho do alto orgulho a timidez
E sinto horror a abrir o ser a alguém,
A confiar n’alguém. Horror eu sinto
A que perscrute alguém, ou levemente
Ou não, quaisquer recantos do meu ser.
Abandonar-me em braços nus e belos
(Inda que deles o amor viesse)
No conceber do todo me horroriza;
Seria violar meu ser profundo,
Aproximar-me muito de outros homens.
Uma nudez qualquer — espírito ou corpo —
Horroriza-me: acostumei-me cedo
Nos despimentos do meu ser
A fixar olhos pudicos, conscientes.
Do mais. Pensar em dizer "amo-te"
E "amo-te" só — só isto, me angustia...
Fernando Pessoa
segunda-feira, 16 de junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008

Até na própria cama em que me deito."
terça-feira, 27 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008

sábado, 17 de maio de 2008

quarta-feira, 7 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Noites frias de marfim
Noites frias ao luar
A conversa já no fim
Matas-me com o teu olhar.
Matas-me com o teu olhar
Matas-me com o teu olhar.
Sabes que esta vida corre
Como a sombra pelo chão
Nada fica, tudo foge
Ouve a voz do coração.
Matas-me com o teu olhar
Matas-me com o teu olhar.
São como cubos de gelo
Que eu sinto ao tocar
As palavras têm medo
Matas-me com o teu olhar.
Matas-me com o teu olhar
Matas-me com o teu olhar.
Com o teu olhar.
Matas-me com o teu olhar
Matas-me com o teu olhar.
Matas-me com o teu olhar
Matas-me com o teu olhar.
Com o teu olhar.
"UHF"
quarta-feira, 30 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008

quarta-feira, 16 de abril de 2008
sábado, 12 de abril de 2008
O que eu queria era ter escrito algo que alma sentisse.
Mas tenho a alma dormente.
-
Afinal encontrei inspiração:
Os meus dedos tocaram ao de leve o teu rosto
E os lábios sedentos o pescoço
Sussurrei-te um desejo e um beijo
As tuas mãos agarraram as minhas
Tinhas medo do medo que ainda tinhas
Entregaste-me os lábios e os suspiros
Perdemo-nos de nós e só em nós como num nó.
E num lento despir e enlaçar
Rendeste-te ao Amor que te quis dar
E então nós os dois
Fomos um só.
-
PTM
Quando amanheces, logo no ar,
Se agita a luz, sem querer,
E mesmo dia, vem devagar,
Para te ver.
E, já rendido, ve-te chegar,
Desse outro mundo, só teu,
Onde eu queria entrar um dia,
Pr'a me perder.
Pr'a me perder, nesses recantos
Onde tu andas, sozinha sem mim,
Ardo em Ciúme desse jardim,
Onde só vai quem tu quiseres,
Onde és senhora do tempo sem fim,
Por minha cruz, jóia de luz,
Entre as mulheres.
Quebra-se o tempo, em teu olhar,
Nesse gesto, sem pudor,
rasga-se o ceu, e lá vou eu,
Pr'a me perder
Pr'a me perder, nesses recantos
Onde tu andas, sozinha sem mim,
Ardo em ciúme desse jardim,
Onde só vai quem tu quiseres,
Onde és senhora do tempo sem fim,
Por minha cruz, joia de luz,
Entre as mulheres.
-
Paulo Gonzo
Pedi à Lady Aran que me desenha-se um desejo.
Porque estou pouco inspirado para escrever sobre o maravilhoso traço que me ofertou, deixo um poema conhecido que lamento não seja meu.
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terça-feira, 8 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008

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Nomeei-te.
Precisava de um nome, um tema, um guia , um Norte, qualquer coisa que me trouxesse de volta o caminho.
No fundo o que eu precisava era mesmo de uma razão para existir.
Um homem quando chega aos 40 a cair para os 50, não é como a Sharon Stone que cruza e descruza as pernas num truque de sedução e está tudo feito.
Um homem usa calças. E mesmo que não usasse, não somos todos como aquele escocês da publicidade ao William Lawsons que faz o truque e ela a Sharon Stone, se parte a rir.
Mas há por aí muita mulher de 50 que cruza as pernas e, tomara muita miúda cheia de McDonald's fazê-lo com aquela sensualidade e firmeza.
Cada estrada não tem fim.
Cada viagem é um abismo.
Cada esquina é um embaraço de linhas curvas que não se desenlaçam.
Nomeei-te. Chamei por ti e só me respondeu o cansaço. O silêncio estendeu os braços e a solidão abraçou-me.
Estou cansado.
Vou deitar-me à beira da Primavera.
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PTM
quarta-feira, 2 de abril de 2008

Por Cristiano Dantas*
"Ele estava feliz ao extremo. Após conversarem por telefone, viu ali a possibilidade de vê-la mais uma vez. Preparou-se, perfumou-se. Ensaiou todo o discurso medindo palavras e entonação de voz. Colocou sua melhor roupa. A ansiedade fez com que chegasse uma hora antes do combinado. Comprou um presente óbvio, porém inteligente. Com tudo orquestrado, tinha a certeza de que a embalagem estava pronta e o conteúdo agradaria.
Desde aquele dia, quando brigaram, sentia a falta dela. Era como se não tivesse vivido as últimas semanas. Não acreditava no término da relação. Apagou tudo de ruim que aconteceu, pois agora a veria novamente. Sem expectativa alguma, segundo ele, apenas queria encontrá-la para matar a saudade de uma pessoa querida.
O homem é assim. Não concordará nunca de imediato que ainda está apaixonado e que não a esqueceu. Carrega dentro de si um orgulho antigo, de gerações passadas, e nunca admitirá que não sabe viver sozinho. Pessimista por natureza, sempre se lembra do jogo das margaridas aonde acredita ser vítima constante do mal-me-quer.
O horário combinado chegou e passou. Ela simplesmente não apareceu. Ele ficou abatido e triste. Decepcionado, de certa forma, sentiu-se culpado por tudo aquilo. O que aconteceu? Telefonou e ela respondeu que estava ocupada, o trabalho tomou conta de sua agenda. Quem sabe um outro dia então? O problema é que o amor não olha o calendário, a saudade sim. "
segunda-feira, 31 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
Como já repararam o Blog CleopatraMoon é feito por uma mulher de corpo inteiro.Não a conheço mas tenho pena. Pena porque não imaginava que uma mulher que exerce a carreira que a Cleopatra exerce, conseguisse levantar véus como ela levanta , ser autêntica como ela me parece ser. Ser no fundo, mulher inteira. Deixo aqui uma homenagem a duas mulheres que usam o mesmo nome - Cleopatra a histórica e a que conhecemos do Blog. Com a devida vénia...
Cleopatra
E não só
Porque é assim que a imagino: lutadora, dura, doce, meiga, uma fera, inteligente, que chora, que ri, que sente, que esquece, que recorda, que falha, que vence,
....misteriosa...
sexta-feira, 14 de março de 2008

Meu amor
Morango maduro
Sede de fruta vermelha
Seda em pele de sereia
Seiva por mim e em ti
Meu amor
Meu vermelho de dor
ferida aberta na alma
desejo de fome
saciado e em flor
Meu amor
Deixa-me passar os dedos
nessa seda macia
do aroma ao teu corpo...
E na boca mordida
matar a sede do dia
em que em espera sentida
será seiva
e vida
deixa , deixa-me amor.
-
PTM
terça-feira, 11 de março de 2008
It's Not Goodbye - Sweet November MV
Nelson (Keanu Reeves), um famoso publicitário, conhece Sara (Charlize Theron), uma simples rapariga
Como compensação de lhe ter atrapalhado a vida profissional, ela pede a Nelson que more um mês com ela, com o argumento de ajudá-lo a aproveitar melhor a vida, já que ele é completamente dedicado ao seu trabalho.
E, neste mês de Novembro, nascerá uma inesperada e avassaladora paixão difícil de manter o controle da racionalidade.
-
UM dia, alguém me disse para saborear o Tempo e eu não liguei.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

domingo, 24 de fevereiro de 2008

DIA
DOR
AMOR
NÃO
FELIZ
LÁGRIMAS
FIM
MIMO_TE
ARAN
CLEOPATRA
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A LUA DE LOBOS desafiou-me para dar seis características minhas...
1 - Sou Orgulhoso.
2 - Sou apaixonado e sofro com isso e por isso.
3 - Viciado em Trabalho.
4 - Sou triste mas pareço alegre.
5 - Gosto de boa politica.Alguém me diz onde há hoje em dia?
6 - Gosto de voar e adoro ler, caminhar e viajar.
E Desafio:
A MIMO_TE
O SOM DO SILÊNCIO
A ANA LUAR
O AMARAL
ABRAÇOS AMIGOS
domingo, 10 de fevereiro de 2008

Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia
Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia
Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
(...)
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto
Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!
José Carlos Ary dos Santos
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

me dizem os teus olhos quando
os olho; nem te olho para que,
com os teus olhos, um só olhar
tudo me diga. O que me dizes
esconde-se no fundo que não vejo
quando me olhas, para que
tudo o que vejo me mostre
o fundo dos teus olhos. E
quando te peço que os feches, para
que um outro fundo se abra,
o que me dizes é o que
não sei se os teus olhos dizem,
quando o dizes nos teus olhos.
Nuno Júdice
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Hoje como todas as manhãs vi nascer o sol e vi a praia acordar. Ao volante do meu carro que detestas, pensei que podia estar ali ao teu lado e ver o sol nascer contigo. Pensei que talvez com sorte, quem sabe, podia cruzar-me contigo na estrada. Pensei que, com mais que sorte, podia trazer-te ali ao lado sentada, sonolenta de uma noite dormida no meu braço. O Sol ía iluminando a manhã e eu tive vontade de te ligar. Deixar uma mensagem de voz, dizer-te que te amo. Que te amo. Que te amo. Que te amarei sempre.
E se eu te escrevesse uma carta?
PTM
terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Aqui neste profundo apartamento
Aqui neste profundo apartamento
Aqui, agora, rememoro
sábado, 19 de janeiro de 2008
domingo, 13 de janeiro de 2008
Atendeste.
- Estou.
-Sim, Sou eu. Como estás?
-Bem. E tu, como estás?
-Vou indo. Vou indo . Tudo na mesma.
-Sim...
- Tenho saudades tuas.
- Hum hum...
- Tenho saudades da tua pele, do teu cheiro...
- Sim...
- Saudades de te ver, falar contigo...ver-te,...ouvir-te,... conversar,...
-Percebo.
-É bom ter saudades não é?
- Não sei. Depende do ponto de vista.
- Saudades é sinal de que sentimos falta.
- De cama?
- De ti.
- Ok. Vou... tenho de desligar desculpa.
- Quando te vejo?
- Não sei. Não sei.
- Tenho saudades...
Desligaste.Porque não te esqueço?